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Criança de 6 anos é agredida em escola de Rio do Antônio e família denuncia omissão

Aluno do 1º ano teria sido imobilizado e espancado por colegas mais velhos; pai afirma que unidade de ensino não comunicou o incidente.

09/04/2026
Com informações do: Sudoeste Acontece
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A violência dentro do ambiente escolar gerou revolta e levantou sérios questionamentos sobre a segurança em Rio do Antônio. Um menino de apenas 6 anos foi agredido por colegas mais velhos no banheiro da Escola Municipal Maria Guimarães, localizada no distrito de Ibitira. Segundo a denúncia do pai, não houve intervenção imediata por parte dos funcionários.

Detalhes da agressão

O relato aponta que a vítima, estudante do 1º ano em período integral, foi cercada por três alunos de aproximadamente 11 anos. Um dos agressores teria imobilizado a criança enquanto os outros desferiam diversos socos, atingindo principalmente a região da cabeça. Estima-se que o menino tenha sofrido mais de dez golpes durante a ação.

Suposta negligência e atendimento médico

A denúncia revela que o caso não foi comunicado pela escola à família. O pai afirma que só percebeu a gravidade da situação quando o filho chegou em casa com hematomas visíveis, horas após o ocorrido. Diante da descoberta, a criança foi levada imediatamente para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do distrito, onde passou por avaliação médica e permaneceu em observação.

Reclamações sobre a vigilância

A indignação da família cresce diante da ausência de ação preventiva por parte da unidade escolar. Segundo o responsável, a escola possui uma equipe numerosa, o que deveria garantir vigilância constante para impedir episódios de violência dessa natureza, especialmente entre alunos de idades tão distintas.

Providências legais

A família já iniciou as medidas cabíveis. O pai informou que pretende acionar o Conselho Tutelar, registrar um boletim de ocorrência e levar o caso ao Ministério Público em busca de responsabilização. Até o momento, a direção da escola não se pronunciou oficialmente, enquanto a comunidade cobra respostas urgentes sobre a segurança dos estudantes.

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